quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Hoje

Todos os dias,
a segurança de um emprego, de um salário e de um orgulho.
Não ter o mundo lá fora,
o mundo que se acabe em poesia.

Poesia não pode ser feita pelo o funcionário público. Ele questionaria sobre os protocolos, as fórmulas, os sistemas e as vias! As vias! Precisamos de duas vias! Assinadas por favor. Assassinadas e rubricadas. Protocole-as e pode dar prosseguimento ao fazer poético.


Ser funcionário público é mesmo morrer aos poucos.

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