sexta-feira, 8 de maio de 2015

Rodamunho

No meio da noite, um mergulho. Um mar de cores flutua sobre um mar de penumbra. Nele, resta sonhar. Sonho de caravela, sempre ao meu próprio relento.

Mais vento.
Os sonhos ainda são profundos, em-si-mesmados, imiscíveis.
Não reconheço esses espelhos refletidos em espelhos.
Não me deixam entender.

Os livros, de que me adiantaram?
Ainda hoje não sei abraçar o resto do mundo com as mãos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário