sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Uma porta, um suspiro

Fechei a porta. Deitei ao lado dele, me aconchegando sob os lençóis. Ele se remexeu, soltou um suspiro e encostou seu corpo no meu. A reação foi intuitiva, pois nem sequer se dignou a acordar para isso. Me cobri, coloquei o óculos e liguei o notebook. Suspirei. Abri as portas para a escrita.

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