quarta-feira, 11 de junho de 2014

Cris(is)

A neblina da Dutra não me deixa ver o caminho por onde vou. Não é igual a neblina dos parques, que deixa tudo branco e possível, como o sonho infantil de ver a neve. Não é como no branco sorriso que, em cada detalhe, me deixa aberto para esquentar a vida.

Tomo uma cerveja e é segunda-feira. Tomo o dia de hoje para refletir. Procuro para mim um sorriso que me acalme mais que o baseado que não fumo. Vivo essa experiência de encontrar alguém que, só de sorrir, me faz feliz, ajudando a desafogar de dentro do eu-neblina o eu-em-que-posso-ser-e-fazer-feliz.

Quando ela fala, não preciso mais procurar. Em algum lugar, acho que no meu coração, ela sempre está sorrindo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário