quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Seu peso, minha medida

Na parábola, um monge questiona o outro se lhe era permitido ter carregado a mulher através do rio, pois era vetado aos celibatários o contato com o feminino. O samaritano responde: "eu deixei a mulher dois quilômetros atrás, você que ainda a carrega." .

Também não deixei de te carregar. Você está aqui me ouvindo e lendo meus textos. Seu julgamento ainda pesa no meu medo de escrever. As cartas que te mandei ainda são a base de tudo que faço. O que você fez com elas? As suas cartas-resposta ainda são as reflexões que uso para me editar. São imagens soltas na minha gaveta. E o verde/castanho dos seus olhos pesam.

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