quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Realidades

Nesse sonho ela está feliz. Muito feliz. Brinca, se mescla com a água, de biquíni preto, pelos toboáguas. Solta a vida que vem pela água em um dia radiante. Esvai em seu companheiro, também aquático, mesclado a ela.

Eu acordo me afogando, entre soluços e um amargo de choro que escorre. Não é hora de ligar. Me afogo. Engulo o choro. Me afogo. Foi só um sonho. Daqueles reais. Que as vezes são extasiantes. Que hoje foi diluvial.

Acordei com a certeza que aquele cara nunca poderá ser eu e que mais uma relação acabou.

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