quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Prazer. (ou também: Pole Dance)

No fim já era um novo vazio. O vazio pleno do inflado esvaziado. Durante três minutos, não foi nada. Não foi homem, nem música. Nem dançar a arte lúdica. Não foi. Não houve. Ali deveriam estar condensados todos os sentimentos do mundo, explodindo em impulsos e giros, pontas de pé, mãos firmes, impondo sua técnica e seu ritmo ao espetáculo.

Mas não. Nada. Era o garoto, sua barra e mais nada.

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