terça-feira, 20 de agosto de 2013

Caos 5.

Os olhos estão pesados, cansados. Sobre a mesa, alguns papéis se agitam levemente por conta de uma janela que está aberta. Impecável, o whisky se excita outra vez, enchendo o copo. O texto não acaba. O autor está acabado. Eu sussurro no ouvido dele. Ele se motiva outra vez, se agita, endireita-se na cadeira. O trabalho da escrita é o maior dentro do caos: nunca termina ou se está satisfeito... Reescreve-se, reescreve-se, reescreve-se.

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